sábado, 13 de outubro de 2012

Armadilhas no Acre para o combate à caça ilegal de animais

Uma estratégia está sendo usada na reserva Parauacá, para proteção dos animais. Armadilhas fotográficas foram instaladas no interior da reserva extrativista Alto Parauacá, no Acre e registraram mais de 1.500 animais.

Rosenil Dias de Oliveira, coordenadora do projeto "Caça de subsistência", na reserva extrativista Alto Parauacá, no Acre, esta semana relatou que é possível encontrar espécies diversificadas na reserva e que precisam ser protegidas. Algumas espécies estão sendo catalogadas, como o veado-vermelho, a onça-vermelha, além da anta, o tamanduá-bandeira e a onça-pintada, sendo que, estes três últimos correm risco de desaparecer da natureza, se não forem protegidos.
Atualmente, mais de 1.500 animais vivem na floresta amazônica, sendo que 908 são mamíferos de médio e grande porte de 22 diferentes espécies e algumas já estão ameaçadas de extinção. As câmeras têm infra-vermelho e à noite captam imagens perfeitas como esta de um bicho-preguiça, geralmente pendurados em árvores, movendo-se no chão.

Torçamos para que dê certo. O comércio destes animais e outros, tem que acabar, esta ilegalidade que gera a crueldade e a morte destes tesouros da fauna brasileira, tem de ser eliminado.


No período noturno, as câmeras registraram um bicho-preguiça se arrastando pelo chão (Foto: Divulgação/André Botelho)
Foto: Divulgação/André Botelho


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