terça-feira, 25 de setembro de 2012

Neutralidade e diplomacia para evitar o pior


A presidente Dilma, mantendo a diplomacia e o Brasil em neutralidade, como deve ser.
Dilma Rousseff discursa na abertura da 67ª Assembleia Geral da ONU, em NY, na manhã desta terça-feira

Hoje dia 25 de setembro, a presidente Dilma Rousseff abriu a 67ª Assembléia da ONU em Nova York, criticando duramente a política econômica mundial e mais uma vez, reforçou seu apelo de paz entre os países como Síria, Palestina e Israel, cujos conflitos podem trazer grandes consequências,  e tornar o restante das nações aliadas a uma ação militar a serem alvo de terrorismo. 
No discurso, a presidente voltou a pedir a reforma do Conselho de Segurança da ONU, que diga-se de passagem, já deveria ter acontecido há muito tempo....
Segundo Dilma, em suas palavras, _ "Não há solução militar para a crise na Síria. Diplomacia e diálogo são únicas alternativas de solução". 
Dilma, fez um novo apelo, tanto ao governo sírio quanto aos opositores, que _ "deponham as armas e juntem-se aos esforços da ONU e da Liga Árabe" para solucionar o conflito que já dura 18 meses no país.
Segundo estatísticas de periódiocos nacionais, cerca de 20 mil pessoas já morreram devido aos conflitos entre o regime do presidente Bashar Al-Assad e os grupos rebeldes...com a pressão americana e a de Israel aos demais, principalmente ao Irã, a situação têm ficado bastante crítica... 
Dilma disse, inclusive, que "a maior responsabilidade" recai sobre a cidade de Damasco, mas completou: _ "sabemos também da responsabilidade das opções armadas, especialmente daquelas que contam com apoio militar e logístico de fora", referindo-se ao apoio de países ocidentais, como eu já havia mencionado aqui, é um grupo querendo 'pôr lenha na fogueira' ao invés de apagar...
Fez menção de que a Primavera Árabe, que gerou os protestos e manifestações nos países muçulmanos, é a principal motivadora das mudanças políticas, econômicas e sociais vividas no Oriente Médio e no Norte da África. Segundo Dilma:  _ "Essas manifestações] varreram regimes déspotas e desencadearam processos de transição. Mas não é difícil de identificar um grito de revolta contra a pobreza, o desemprego e à falta de liberdade impostos por amplos governos autoritários", destacou a presidente...
Sim, ela está certa, chega a um ponto que não há povo que suporte tanta pressão, injustiça  e conflitos internos.
O Brasil como sempre deve manter uma política neutra. 

Mesmo sendo apenas uma observadora do cenario mundial,  nesta ocasião, a condução de Dilma nestes assuntos, foi aprovada pela contrariedade que demonstrou em relação às ações mundiais de extremos. 

Uma revolta interna por melhoria é uma coisa...Um conflito mundial que pode, sim, trazer a 3ª Grande Guerra, é muito diferente...

O mundo têm que lutar pela paz e não proporcionar mais fervura na situação que cada vez mais vêm a complicar o mundo em todos os continentes...

  

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